Mais da metade do ano passou e queremos dividir com vocês um compilado do que fizemos neste primeiro semestre de 2026. Não é fácil resumir em poucas páginas tanto trabalho importante: o acompanhamento das audiências do processo criminal sobre o rompimento da barragem da Vale no Córrego do Feijão, a luta para que Fábio Schvartsman permanecesse no banco dos réus, o acompanhamento e pressão para que o julgamento dos envolvidos no rompimento da barragem de Fundão permaneça, com a devida participação das vítimas como assistentes de acusação.
Em outra ponta da mesma frente, seguimos em resistência ativa contra a retomada e expansão da exploração na Jangada, em Brumadinho, e firmes na ampliação da autonomia das mulheres defensoras de territórios em conflito com a mineração. Também seguimos atuando pela memória popular, com a realização de duas edições da exposição “Florescer em meio à lama: memórias que brotam”, junto com as moradoras do Córrego do Feijão. Além disso, assinamos um capítulo de um livro muito especial, na excelente companhia das companheiras Rede Latinoamericana de Mulheres Defensoras dos Direitos Sociais e Ambientais. Também não arredamos o pé da parceria com as universidades, com diversos debates, palestras, pesquisas e muita ação conjunta, como o Instituto Cordilheira se orgulha de fazer. Convidamos a todas e todos para conferir o boletim e para seguir conosco nessa caminhada por justiça socioambiental.
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Boletim 1.2026 – Instituto Cordilheira






